ABDOMINOPLASTIA (Dermolipectomia abdominal) NO EX-OBESO

 ABDOMINOPLASTIA (Dermolipectomia abdominal) NO EX-OBESO

Pacientes submetidos a grandes perdas ponderais (perda de peso), seja por dieta, dieta e medicamentos, ou cirurgia bariátrica, podem ter como queixa principal o grande excesso de pele no abdômen, conhecido como abdômen em avental. Além de ser esteticamente desagradável, pode ser causa de dermatites (infecções de pele) e celulites, principalmente por dificultar a higiene pessoal.

É considerado uma cirurgia RECONSTRUTORA, por isso é coberta pelas seguradoras e planos de saúde, assim como deveria ser realizada no Sistema Único de Saúde (SUS), mas pode ser difícil conseguir autorização e liberação

É uma cirurgia realizada tanto em homens como em mulheres.

Pode ser associada a correção de hernias na linha mediana (hernia epigástrico, hernia umbilical, hernia incisional), assim como a correção da diástase de músculo reto abdominal (afastamento dos ventres laterais do músculo) e correção de cicatrizes prévias.

Além disso pode ser associada a:

    • lipoaspiração

 

  • as demais cirurgias do ex-obeso (Braço, Mama e Coxa),

*mas por sua extensão, e as demais condições e comorbidades do paciente (diabetes, hipertensão, etc…), o tempo cirúrgico deve ser mais rápido, e assim diminuir o risco de complicações como sangramento, trombose venosa profunda (TVP), infeção, e outros.

Condições clínicas para cirurgia:
    • Espera-se que o paciente esteja em sua melhor condição clínica no momento da cirurgia, ou seja, doenças existentes controladas.
      • Pacientes que foram submetidos a cirurgia bariátrica, como o Sleeve e o Bypass, podem apresentar deficiências de nutrientes e vitaminas, assim como anemia por falta de ferro.

     

    • É recomendado uma estabilidade do peso por pelo menos 6 meses.
    • Cicatrizes: Depende da localização do excesso cutâneo, das cicatrizes prévias e da escolha realizada pelo cirurgião junto com o paciente. Pode ser em formato de âncora, longitudinal, transversal, aciforme.

       

      • Umbigo: pode ser aproveitado a cicatriz existente ou realizado um novo umbigo (neoonfaloplastia)

 

    • Anestesia: A anestesia pode ser geral, raquianestesia e peridural.

 

    • Internação: Pode ser realizado em regime de HOSPITAL DIA com alta no mesmo dia em poucos casos, sendo preferível a alta no dia seguinte para observação do paciente e somente se estiver em condições.

 

    • Pós-Operatório / Recuperação:  Normalmente o paciente pode voltar as atividades em 2 a 3 semanas. Deve fazer uso de malha elástica por pelo menos 1 mês. Pode ser necessário uso de drenos.

 

  • Intercorrências: A cicatriz pode ficar alargada. Pode apresentar roxos e equimoses.

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