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Simetrização mamária: como harmonizar a mama oposta na reconstrução.

Em reconstruções unilaterais, a mama oposta (contralateral) costuma precisar de pequenos ajustes para alcançar simetria de volume, forma e altura. A simetrização integra o plano reconstrutivo e é prevista por lei para pacientes oncológicas.

Momento

Mesmo tempo ou em segunda etapa

Técnicas

Mamoplastia redutora, mastopexia ou prótese

Cobertura

Garantida por SUS e ANS na paciente oncológica

Recuperação

10 a 21 dias

Por que a simetrização é importante

A mama reconstruída tende a ser mais firme e estável do que a mama natural, que sofre ação da gravidade e do tempo. Ajustar a mama contralateral devolve harmonia ao decote e à silhueta.

Além do impacto estético, a simetrização melhora a aceitação corporal pós-câncer e simplifica a escolha de roupas e sutiãs.

Técnicas mais utilizadas

  • Mamoplastia redutora — diminui mamas grandes para igualar o lado reconstruído
  • Mastopexia — eleva e reposiciona mamas caídas
  • Aumento com prótese — em casos em que o lado reconstruído ficou maior
  • Lipoenxertia complementar — refinamento de contorno em ambos os lados

Quando fazer a simetrização

Pode ser realizada no mesmo tempo da reconstrução principal (especialmente nas reconstruções imediatas) ou em uma segunda cirurgia, após o lado reconstruído ter se estabilizado.

O Dr. Fernando Amato avalia caso a caso o momento ideal para garantir o melhor resultado e a menor quantidade total de cirurgias.

Indicações principais

  • Reconstrução unilateral com assimetria significativa
  • Diferença de volume, forma ou posição entre os lados
  • Mamas naturais grandes ou ptóticas no lado oposto
  • Resultados antigos de reconstrução que perderam simetria com o tempo

Vantagens

  • +Resultado estético global mais natural
  • +Coberta pela Lei 12.802/2013 em pacientes oncológicas
  • +Pode integrar mamoplastia desejada há anos pela paciente

Limitações

  • Adiciona cirurgia ao plano reconstrutivo
  • Cicatrizes na mama contralateral
  • Pequena assimetria residual sempre é possível

Perguntas frequentes

Posso recusar a simetrização?
Sim, a indicação é sempre individualizada. Algumas pacientes preferem manter a mama oposta intacta, especialmente quando a assimetria é discreta.
A simetrização é coberta pelo plano de saúde?
Sim, em pacientes oncológicas. A Lei 12.802/2013 garante reconstrução e simetrização pelo SUS e pela saúde suplementar.
Quanto tempo após a reconstrução posso fazer a simetrização?
Em média entre 3 e 6 meses, quando a mama reconstruída já está estabilizada.
A simetrização interfere na amamentação futura?
Em mulheres em idade fértil, técnicas que preservam ductos e glândulas são preferidas, mas a recomendação é avaliada caso a caso.

Vamos conversar sobre o seu caso?

O Dr. Fernando Amato avalia cada paciente individualmente, considerando histórico oncológico, tratamento e expectativas estéticas.