- Cirurgia plástica
Simastia Congênita e Adquirida: O Que É e Como Corrigir
- By Fernando Amato
Este artigo aborda o tema de simastia congênita e adquirida, esclarecendo suas características e diferenças.
Artigo escrito com auxílio de IA e revisado por Dr. Fernando Amato
🔍 O que é Simastia?
A simastia é uma condição em que as mamas perdem sua separação natural, unindo-se na linha média sobre o esterno. Contudo, o sulco intermamariano, normalmente bem definido, torna-se ausente ou imperceptível, gerando uma aparência de “seio único”.
Essa alteração pode ser classificada como:
- Simastia congênita: presente desde o nascimento
- Simastia adquirida: desenvolvida ao longo da vida, frequentemente após cirurgias
Ambas as formas podem então comprometer a estética e a autoestima da paciente, sendo frequentemente corrigidas por cirurgia plástica especializada.
🌟 Destaques Importantes sobre simastia congênita e adquirida
- 🧬 Pode ser congênita, por alterações no desenvolvimento embrionário
- 💉 Ou adquirida, geralmente após cirurgia com próteses mamárias
- 🧾 Diagnóstico é clínico, baseado no exame físico
- 🛠️ Tratamento quase sempre requer cirurgia corretiva
- 🧘♀️ Correção deve contudo respeitar a simetria e estética mamária
🧬 Simastia Congênita
A simastia congênita é contudo uma anomalia rara, originada de falhas no desenvolvimento embriológico da parede torácica. Porém, pode ocorrer isoladamente ou associada a síndromes genéticas, como a síndrome de Poland.
Características anatômicas
- Hipertrofia de tecidos adiposos ou fibroglandulares sobre o esterno
- Presença de bandas fibrosas na linha média
- Deformidades da parede torácica
Diagnóstico
- Baseado assim, no exame físico: as mamas se encontram unidas na linha média
- Porém, pode ser confundida com hipertrofia medial ou tórax estreito
- Em casos duvidosos, exames de imagem ajudam a delimitar estruturas
🩺 Simastia Adquirida
A forma adquirida é mais comum e geralmente ocorre como complicação de mamoplastia de aumento, quando:
- Há dissecção excessiva da área medial ao colocar implantes
- Desenvolvem-se hematomas ou seromas pós-operatórios
- Há falhas na cicatrização, com formação de pseudobolso medial
Causas adicionais
- Trauma torácico
- Radioterapia ou infecção
- Extrusão ou contratura capsular dos implantes
Classificação da Simastia Adquirida (Zienowicz)
- Leve: aproximação das mamas
- Moderada: coalescência parcial
- Severa: fusão completa e ausência de sulco
🛠️ Tratamento da Simastia
Simastia Congênita
O tratamento portanto é cirúrgico, com objetivos estéticos e funcionais:
- Remoção ou reposicionamento de tecido glandular
- Reconstrução do sulco intermamariano com pontos de fixação no esterno
- Dissecção cuidadosa da gordura pré-esternal
Assim, cada caso exige planejamento individual, especialmente quando há alterações torácicas associadas.
Simastia Adquirida
O manejo é cirúrgico e personalizado:
- Recriação do sulco usando pontos transesternais
- Troca ou reposicionamento dos implantes
- Ressecção de cápsulas fibrosas se houver contratura
- Em casos graves, uso de malhas biológicas ou sintéticas para reforço
🎯 Aspectos Estéticos da Correção
A simastia contudo pode afetar profundamente a autoimagem. Assim, a correção cirúrgica busca restaurar:
- Separação natural das mamas
- Simetria mamária
- Proporção torácica
- Harmonia entre aréolas e linha média
A abordagem deve então considerar também o volume dos seios, elasticidade da pele e histórico de cirurgias anteriores.
❓ FAQ — Perguntas Frequentes
- O que é simastia?
É a fusão dos tecidos mamários na linha média, sem separação entre as mamas. - Simastia é comum?
A forma congênita é rara; a adquirida é mais comum em pacientes com implantes. - Qual a principal causa da simastia adquirida?
Dissecção excessiva durante mamoplastia de aumento. - A simastia pode ser prevenida?
Sim, com técnica cirúrgica adequada e cuidados pós-operatórios. - Simastia dói?
Em geral, não causa dor, mas pode gerar desconforto estético e emocional. - Como é feita a correção cirúrgica?
Por fixação da pele ao esterno e possível troca ou reposicionamento dos implantes. - A cirurgia deixa cicatrizes visíveis?
As cicatrizes são discretas e posicionadas estrategicamente. - Pode ocorrer novamente após a correção?
Raramente, se as técnicas forem bem executadas. - Qual o tempo de recuperação?
Cerca de 2 a 4 semanas, com uso de modelador torácico. - A simastia interfere na amamentação?
Depende da técnica cirúrgica anterior; geralmente, não afeta.
📢 Agende uma Avaliação
Em suma, se você percebe fusão entre suas mamas ou teve complicações após cirurgia de mama, agende uma consulta com cirurgião plástico especializado. A simastia portanto, tem solução e pode devolver autoestima e harmonia ao seu contorno torácico.
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