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Simastia Congênita e Adquirida: O Que É e Como Corrigir

Simastia congênita e adquirida causa fusão entre as mamas. Veja causas, diagnóstico e como é feita a correção cirúrgica.

FADr. Fernando Amato 23 de julho de 2025 4 min de leitura
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  • Cirurgia plástica

Simastia Congênita e Adquirida: O Que É e Como Corrigir

Este artigo aborda o tema de simastia congênita e adquirida, esclarecendo suas características e diferenças.

Artigo escrito com auxílio de IA e revisado por Dr. Fernando Amato


🔍 O que é Simastia?

A simastia é uma condição em que as mamas perdem sua separação natural, unindo-se na linha média sobre o esterno. Contudo, o sulco intermamariano, normalmente bem definido, torna-se ausente ou imperceptível, gerando uma aparência de “seio único”.

Essa alteração pode ser classificada como:

  • Simastia congênita: presente desde o nascimento
  • Simastia adquirida: desenvolvida ao longo da vida, frequentemente após cirurgias

Ambas as formas podem então comprometer a estética e a autoestima da paciente, sendo frequentemente corrigidas por cirurgia plástica especializada.


🌟 Destaques Importantes sobre simastia congênita e adquirida

  • 🧬 Pode ser congênita, por alterações no desenvolvimento embrionário
  • 💉 Ou adquirida, geralmente após cirurgia com próteses mamárias
  • 🧾 Diagnóstico é clínico, baseado no exame físico
  • 🛠️ Tratamento quase sempre requer cirurgia corretiva
  • 🧘‍♀️ Correção deve contudo respeitar a simetria e estética mamária

🧬 Simastia Congênita

A simastia congênita é contudo uma anomalia rara, originada de falhas no desenvolvimento embriológico da parede torácica. Porém, pode ocorrer isoladamente ou associada a síndromes genéticas, como a síndrome de Poland.

Características anatômicas

  • Hipertrofia de tecidos adiposos ou fibroglandulares sobre o esterno
  • Presença de bandas fibrosas na linha média
  • Deformidades da parede torácica

Diagnóstico

  • Baseado assim, no exame físico: as mamas se encontram unidas na linha média
  • Porém, pode ser confundida com hipertrofia medial ou tórax estreito
  • Em casos duvidosos, exames de imagem ajudam a delimitar estruturas

🩺 Simastia Adquirida

A forma adquirida é mais comum e geralmente ocorre como complicação de mamoplastia de aumento, quando:

  • dissecção excessiva da área medial ao colocar implantes
  • Desenvolvem-se hematomas ou seromas pós-operatórios
  • falhas na cicatrização, com formação de pseudobolso medial

Causas adicionais

  • Trauma torácico
  • Radioterapia ou infecção
  • Extrusão ou contratura capsular dos implantes

Classificação da Simastia Adquirida (Zienowicz)

  • Leve: aproximação das mamas
  • Moderada: coalescência parcial
  • Severa: fusão completa e ausência de sulco

🛠️ Tratamento da Simastia

Simastia Congênita

O tratamento portanto é cirúrgico, com objetivos estéticos e funcionais:

  • Remoção ou reposicionamento de tecido glandular
  • Reconstrução do sulco intermamariano com pontos de fixação no esterno
  • Dissecção cuidadosa da gordura pré-esternal

Assim, cada caso exige planejamento individual, especialmente quando há alterações torácicas associadas.

Simastia Adquirida

O manejo é cirúrgico e personalizado:

  • Recriação do sulco usando pontos transesternais
  • Troca ou reposicionamento dos implantes
  • Ressecção de cápsulas fibrosas se houver contratura
  • Em casos graves, uso de malhas biológicas ou sintéticas para reforço

🎯 Aspectos Estéticos da Correção

A simastia contudo pode afetar profundamente a autoimagem. Assim, a correção cirúrgica busca restaurar:

  • Separação natural das mamas
  • Simetria mamária
  • Proporção torácica
  • Harmonia entre aréolas e linha média

A abordagem deve então considerar também o volume dos seios, elasticidade da pele e histórico de cirurgias anteriores.


FAQ — Perguntas Frequentes

  1. O que é simastia?
    É a fusão dos tecidos mamários na linha média, sem separação entre as mamas.
  2. Simastia é comum?
    A forma congênita é rara; a adquirida é mais comum em pacientes com implantes.
  3. Qual a principal causa da simastia adquirida?
    Dissecção excessiva durante mamoplastia de aumento.
  4. A simastia pode ser prevenida?
    Sim, com técnica cirúrgica adequada e cuidados pós-operatórios.
  5. Simastia dói?
    Em geral, não causa dor, mas pode gerar desconforto estético e emocional.
  6. Como é feita a correção cirúrgica?
    Por fixação da pele ao esterno e possível troca ou reposicionamento dos implantes.
  7. A cirurgia deixa cicatrizes visíveis?
    As cicatrizes são discretas e posicionadas estrategicamente.
  8. Pode ocorrer novamente após a correção?
    Raramente, se as técnicas forem bem executadas.
  9. Qual o tempo de recuperação?
    Cerca de 2 a 4 semanas, com uso de modelador torácico.
  10. A simastia interfere na amamentação?
    Depende da técnica cirúrgica anterior; geralmente, não afeta.

📢 Agende uma Avaliação

Em suma, se você percebe fusão entre suas mamas ou teve complicações após cirurgia de mama, agende uma consulta com cirurgião plástico especializado. A simastia portanto, tem solução e pode devolver autoestima e harmonia ao seu contorno torácico.

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