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Radiofrequência microagulhada: o que ela faz (e o que não faz)

Em 2025, Dr. Fernando Amato foi entrevistado pela Folha de S.Paulo (impressa e online) e por outros portais nacionais para explicar o que a radiofrequência microagulhada realmente entrega — e o que está sendo vendido além da evidência.

FADr. Fernando Amato 05 de outubro de 2025 1 min de leitura
Radiofrequência microagulhada: o que ela faz (e o que não faz)

Em 2025, Dr. Fernando Amato foi entrevistado pela Folha de S.Paulo (impressa e online) e por outros portais nacionais para explicar o que a radiofrequência microagulhada realmente entrega — e o que está sendo vendido além da evidência.

Como funciona

Microagulhas atingem a derme profunda e liberam energia de radiofrequência, gerando aquecimento controlado que estimula neocolagênese e remodelamento. Atinge camadas que cremes não alcançam.

Indicações reais

  • Flacidez leve a moderada de face e pescoço;
  • Cicatrizes de acne atróficas;
  • Estrias albas (brancas) iniciais;
  • Textura da pele e poros dilatados.

O que ela não substitui

Não substitui cirurgia plástica (lifting, blefaroplastia) em flacidez moderada-severa. Não é mágica em uma sessão — geralmente são 3 a 4 sessões com intervalo mensal.

Recuperação

Vermelhidão por 24–48 h, eventual edema leve. Retorno às atividades no dia seguinte. Fotoproteção rigorosa por 30 dias.

Especialidade

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