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Você sabe o que é simastia? Descubra como ela pode surgir e ser tratada

voce sabe o que é simastia?Descubra como ela pode surgir e como pode ser tratada, além da importância em escolher seu médico!

FADr. Fernando Amato 29 de julho de 2025 6 min de leitura
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  • Cirurgia plástica

Você sabe o que é simastia? Descubra como ela pode surgir e ser tratada

A simastia adquirida é uma condição pouco conhecida pelo público geral, mas que pode causar desconforto estético e emocional. Caracteriza-se pela união anormal entre as mamas, geralmente após uma cirurgia plástica, como a colocação de próteses mamárias. A boa notícia é que, com diagnóstico adequado e orientação profissional, há tratamento disponível.


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Destaques do artigo

💡 Simastia adquirida ocorre geralmente após a colocação de próteses mamárias.

🔍 Sintomas incluem união das mamas e ausência do sulco entre elas.

⚠️ Pode estar associada a complicações cirúrgicas ou técnicas inadequadas.

👨‍⚕️ O tratamento pode envolver correção cirúrgica e reposicionamento de próteses.

🛑 A escolha de um cirurgião experiente é essencial para evitar complicações.


🔎 O que é simastia adquirida?

A simastia é definida pela fusão ou união anormal entre as mamas, com desaparecimento do sulco mamário medial (a depressão natural entre os seios). Quando essa condição ocorre sem estar presente desde o nascimento, chamamos de simastia adquirida.

Ela pode ocorrer como complicação após cirurgias mamárias, principalmente em procedimentos de aumento com implantes de silicone.


🧪 Causas da simastia adquirida

A simastia adquirida ocorre, em grande parte, por motivos cirúrgicos. As causas mais comuns são:

  • Dissecção excessiva durante a colocação do implante, criando uma comunicação entre os dois bolsos mamários.
  • Utilização de próteses de tamanho ou forma inadequados para o corpo da paciente.
  • Escolha incorreta da posição do implante (subglandular ou submuscular).
  • Técnica cirúrgica falha, com violação da área central do tórax.
  • Fatores relacionados à cicatrização individual, que podem levar à formação de seromas (acúmulo de líquidos) e deslocamento das próteses.

Além disso, há riscos aumentados em pacientes com pele muito fina, grande flacidez ou tecido mamário reduzido.


🧭 Como identificar os sinais da simastia?

Os sinais da simastia adquirida geralmente aparecem nas semanas ou meses seguintes à cirurgia plástica. Os principais sintomas incluem:

  • Perda do sulco entre as mamas, fazendo parecer que estão “unidas”.
  • Sensação de implantes centralizados ou encostados um no outro.
  • Incômodo estético com aparência de “monoseio” ou mama única.
  • Deslocamento medial dos implantes com mudança do formato mamário.
  • Eventualmente, dor ou desconforto no centro do tórax.

Em alguns casos, pode haver também presença de seroma ou alterações cicatriciais internas.


📉 Riscos e impactos da simastia adquirida

Apesar de não representar risco direto à saúde, a simastia adquirida pode ter impactos relevantes na autoestima e qualidade de vida da paciente. O desconforto estético leva muitas mulheres a evitar roupas decotadas, sentir-se envergonhadas em ambientes íntimos ou públicos e até desenvolver quadros de ansiedade ou depressão.

Além disso, pode haver necessidade de reoperações, o que envolve novos custos, exposição a anestesia e novo período de recuperação.


🏥 Como é feito o diagnóstico da simastia adquirida?

O diagnóstico é clínico, feito por meio de avaliação física detalhada pelo cirurgião plástico. Em alguns casos, exames de imagem como ultrassonografia ou ressonância magnética podem ajudar a:

  • Identificar deslocamento dos implantes;
  • Avaliar presença de seromas;
  • Visualizar a anatomia interna e o grau de separação entre as mamas.

É essencial procurar um especialista com experiência em cirurgia mamária para avaliação correta.


🛠️ Quais são os tratamentos disponíveis para a simastia adquirida?

A correção da simastia adquirida normalmente exige nova cirurgia plástica. As opções de tratamento incluem:

1. Correção cirúrgica do sulco intermamário

O cirurgião reposiciona os tecidos e reconstrói a área central para restabelecer a separação natural entre as mamas.

2. Troca ou reposicionamento das próteses

Pode ser necessária a troca da prótese por um tamanho menor ou mudança da sua posição (de subglandular para submuscular, por exemplo).

3. Uso de retalhos ou enxertos

Em casos complexos, pode-se utilizar retalhos de tecido ou enxertos de gordura para reforçar a parede medial entre as mamas.

4. Suspensão com técnicas de mastopexia

Quando há flacidez associada, uma elevação das mamas pode ser combinada com a correção da simastia.

O tratamento deve ser individualizado, levando em consideração as características anatômicas da paciente, o tipo de implante, e as técnicas utilizadas anteriormente.


🛡️ É possível prevenir a simastia adquirida?

Sim, e a prevenção é o melhor caminho. Algumas estratégias incluem:

  • Escolher um cirurgião plástico experiente e membro da SBCP.
  • Realizar uma avaliação pré-operatória cuidadosa, com simulação do volume ideal.
  • Evitar próteses muito grandes para o biótipo da paciente.
  • Seguir corretamente o pré-operatório e orientações médicas.
  • Evitar esforços físicos e movimentos que possam deslocar as próteses no pós-operatório.
  • Abandonar o cigarro antes da cirurgia, pois o tabagismo interfere negativamente na cicatrização.

📅 Quando procurar ajuda médica?

Se você realizou uma cirurgia mamária e percebe:

  • Alterações no formato das mamas;
  • Sensação de união ou mudança no sulco entre os seios;
  • Dor persistente ou deformidades estéticas;

Procure um cirurgião plástico especializado, como o Dr. Fernando Amato, para avaliação e indicação do tratamento mais adequado.


👨‍⚕️ Conclusão: cuidar da estética é também cuidar da saúde emocional

A simastia adquirida após cirurgia plástica é uma condição que pode ser tratada com sucesso. No entanto, sua prevenção começa com a escolha consciente de um profissional qualificado, atenção às orientações médicas e acompanhamento adequado.

Se você suspeita que pode estar com simastia ou tem dúvidas sobre sua cirurgia mamária, agende uma consulta com o Dr. Fernando Amato, especialista em cirurgia plástica, e tenha a tranquilidade de um acompanhamento seguro e ético.

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Perguntas e Respostas:

  1. O que é simastia adquirida? É a união anormal entre as mamas que ocorre após cirurgia plástica, geralmente por falhas técnicas ou complicações.
  2. Simastia é comum após prótese de silicone? Não é comum, mas pode ocorrer se o implante for mal posicionado ou houver erro técnico durante a cirurgia.
  3. Como saber se estou com simastia? O principal sinal é a perda do espaço natural entre as mamas. As próteses parecem “coladas” ao centro do tórax.
  4. A simastia adquirida tem tratamento? Sim, o tratamento é cirúrgico e pode envolver correção do sulco, troca de prótese ou uso de retalhos.
  5. A simastia pode causar dor? Na maioria dos casos, o incômodo é estético, mas algumas pacientes relatam desconforto na região.
  6. Quanto custa a cirurgia corretiva? O valor varia conforme a complexidade do caso e os materiais utilizados. É necessário avaliação presencial.
  7. Posso evitar a simastia com cuidados no pós-operatório? Sim, evitar esforços e seguir as orientações do médico ajuda a prevenir complicações.
  8. A escolha do tamanho da prótese interfere? Sim, próteses muito grandes para o tórax aumentam o risco de simastia.
  9. Preciso retirar a prótese para corrigir a simastia? Nem sempre. Em alguns casos, apenas o reposicionamento resolve. Mas pode ser necessária a troca.
  10. A simastia pode voltar após a correção? Se feita corretamente e com os devidos cuidados, o risco de recorrência é muito baixo.

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