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Meilleure plaque de silicone pour les chéloïdes : Comparatif 2026

Comparatif des plaques de silicone pour les chéloïdes et cicatrices hypertrophiques : Kelogel, Siliskin, Lifesil et options économiques.

FADr. Fernando Amato 04 de julho de 2026 7 min de leitura
Placa de silicone para queloides
Plaque de silicone médical sur peau avec cicatrice hypertrophique
Comparatif éditorial des plaques de silicone pour le traitement des chéloïdes.
FA
Révisé par un chirurgien plasticien
Dr. Fernando Amato — CRM-SP
Membre de la Société Brésilienne de Chirurgie Plastique (SBCP). Consultations à São Paulo. Dernière mise à jour : juillet/2026.

Les chéloïdes et les cicatrices hypertrophiques se comportent différemment des cicatrices conventionnelles : elles dépassent les limites de la plaie d'origine et répondent mieux au silicone lorsqu'il est appliqué avec une pression continue pendant plusieurs mois. Les plaques rigides sont plus adaptées que les bandes pour un traitement prolongé — réutilisables, lavables et capables d'exercer une occlusion constante. Nous avons comparé les modèles que nous considérons comme cliniquement acceptables.

Avis d'affiliation : Cet article contient des liens d'affiliation vers Mercado Livre. Si vous achetez via ces liens, nous pourrions recevoir une petite commission sans coût supplémentaire pour vous. Les recommandations restent basées sur le critère technique du chirurgien responsable et n'influencent pas l'ordre.

Comparatif des modèles analysés

Filtrez par catégorie et par ordre pour trouver l'option adaptée à votre cas. Les trois modèles mis en évidence en haut sont notre recommandation pour les profils rationnel / économique / premium.

Recomendado
Silicare Tape — Fita de silicone 2,5 cm × 1,5 m
Silicare Tape — Fita de silicone 2,5 cm × 1,5 m
Silicare · 2,5 cm × 1,5 m

Melhor equilíbrio: aderência boa em áreas de tensão (abdominoplastia, mamoplastia, cesárea), preço intermediário e formato prático para cortar sob medida.

R$ 89,99Ver preço
Melhor preço
Black Med — Fita 2,5 × 1,5 m cicatriz/queloide
Black Med — Fita 2,5 × 1,5 m cicatriz/queloide
Black Med · 2,5 cm × 1,5 m

Popular no mercado brasileiro. Tamanho específico para incisão baixa (cesárea) e cicatrizes lineares. Aderência mediana.

R$ 39,99Ver preço
Premium
Fita de silicone reutilizável 3 m — cicatrizes e cesárea
Fita de silicone reutilizável 3 m — cicatrizes e cesárea
2,5 cm × 3 m

Rolo generoso de 3 m, reutilizável — o custo por dia de uso cai bastante em tratamentos de 3 a 6 meses. Exige higienização com sabão neutro entre trocas.

R$ 156,00Ver preço
Categoria
Silicare Tape — Fita de silicone 2,5 cm × 1,5 m
Silicare Tape — Fita de silicone 2,5 cm × 1,5 m
Silicare · 2,5 cm × 1,5 m
★ RecomendadoReforçada

Melhor equilíbrio: aderência boa em áreas de tensão (abdominoplastia, mamoplastia, cesárea), preço intermediário e formato prático para cortar sob medida.

R$ 89,99Ver preço
Skingel — fita pós-cirúrgica 2 × 60 cm
Skingel — fita pós-cirúrgica 2 × 60 cm
Orthopauher · 2 cm × 60 cm
◆ PremiumPremium

Marca hospitalar (Orthopauher), silicone de grau médico. Boa para pele sensível e cicatrizes menores; formato curto reduz desperdício.

R$ 154,90Ver preço
Kelinul — Folhas de silicone 1,6 × 12 cm
Kelinul — Folhas de silicone 1,6 × 12 cm
Kelinul · 1,6 × 12 cm (folhas)
◆ PremiumPlaca

Placas rígidas de silicone medicinal, referência para tratamento de queloides estabelecidos e cicatrizes hipertróficas. Reutilizáveis por várias semanas.

R$ 155,10Ver preço
Fita de silicone reutilizável 3 m — cicatrizes e cesárea
Fita de silicone reutilizável 3 m — cicatrizes e cesárea
2,5 cm × 3 m
◆ PremiumReutilizável

Rolo generoso de 3 m, reutilizável — o custo por dia de uso cai bastante em tratamentos de 3 a 6 meses. Exige higienização com sabão neutro entre trocas.

R$ 156,00Ver preço
Nullscar — Fita silicone 360 pós-cirúrgica
Nullscar — Fita silicone 360 pós-cirúrgica
Nullscar · kit variado
◆ PremiumPremium

Sistema completo de silicone para pós-cirúrgico prolongado, com múltiplas peças. Alto custo, indicado para pacientes com histórico de queloide ou cicatrização difícil.

R$ 479,19Ver preço
Fita de silicone 2,5 × 1,5 m — cicatriz/cesárea/queloide
Fita de silicone 2,5 × 1,5 m — cicatriz/cesárea/queloide
2,5 cm × 1,5 m
EquilibradaReforçada

Boa durabilidade com preço mediano. Rolo com marcação de corte facilita aplicação em incisões longas de abdominoplastia.

R$ 63,95Ver preço
Fita cicatrizante cesárea/queloide
Fita cicatrizante cesárea/queloide
2,5 cm × 1,5 m
EquilibradaReforçada

Fita versátil, adequada tanto para cesárea quanto para tratamento contínuo de queloides. Aderência acima da média das básicas.

R$ 108,09Ver preço
Fita adesiva em gel de silicone 50 × 3 cm (35+15 cm)
Fita adesiva em gel de silicone 50 × 3 cm (35+15 cm)
3 cm × 50 cm
EquilibradaReforçada

Duas peças pré-cortadas em tamanho útil para cicatrizes lineares médias. Silicone em gel oferece boa oclusão.

R$ 139,90Ver preço
Lifesil — Fita gel para cicatriz de cesárea
Lifesil — Fita gel para cicatriz de cesárea
Lifesil · 2,5 cm × 1,5 m
EquilibradaReforçada

Marca com registro Anvisa, largamente indicada por obstetras. Aderência forte, indicada para incisão em região de tensão (cesárea, abdominoplastia).

R$ 166,86Ver preço
Black Med — Fita 2,5 × 1,5 m cicatriz/queloide
Black Med — Fita 2,5 × 1,5 m cicatriz/queloide
Black Med · 2,5 cm × 1,5 m
$ EconômicaBásica

Popular no mercado brasileiro. Tamanho específico para incisão baixa (cesárea) e cicatrizes lineares. Aderência mediana.

R$ 39,99Ver preço

Preços consultados no Mercado Livre em julho/2026 e sujeitos a alteração pelo marketplace. Links contêm código de afiliado — a comissão eventual não muda a recomendação técnica.

⚠️ Avant de commencer : Les chéloïdes nécessitent souvent un traitement combiné (silicone + infiltration de corticoïdes, laser, chirurgie). Le silicone seul est généralement insuffisant. Consultez un chirurgien plasticien avant de commencer.

Comment appliquer correctement — pas à pas

  1. Attendez que la plaie soit complètement fermée. Sans points de suture, croûtes, sécrétions ou rougeurs intenses. Généralement 2 à 4 semaines après la chirurgie, avec l'accord du chirurgien.
  2. Nettoyez la zone. Eau et savon doux, séchez complètement. La peau doit être propre et exempte de crèmes/huiles au moment de l'application.
  3. Découpez la bande à la taille de la cicatrice. Sur le marquage, en laissant au moins 5 mm de surplus à chaque extrémité pour couvrir le bord de traction.
  4. Appliquez sans tendre la peau. La bande colle d'elle-même — évitez d'étirer, d'allonger ou de tirer. Lissez du centre vers les bords pour éliminer les bulles d'air.
  5. Maintenez 12 à 24 heures par jour. Retirez uniquement pour l'hygiène ou lorsqu'elle se décolle. Moins de 12 heures/jour réduit considérablement l'effet.
  6. Changez à la fréquence du modèle. Basiques : tous les 3 à 5 jours. Réutilisables : lavez quotidiennement avec du savon doux, séchez à l'air, réappliquez pendant 2 à 4 semaines.

Durée totale : 3 à 6 mois pour les cicatrices conventionnelles, jusqu'à 12 mois chez les patients ayant tendance aux chéloïdes ou dans les zones de tension (abdomen, épaule, sternum, oreilles).

Contre-indications et signes d'alerte

Suspendez l'utilisation et consultez votre chirurgien si vous constatez :

  • Rougeur intense, démangeaisons ou petites cloques sur la zone de la bande — il peut s'agir d'une dermatite allergique à l'adhésif.
  • Plaie encore avec sécrétions, croûte humide ou points de suture intacts — la bande retarde la cicatrisation si elle est appliquée trop tôt.
  • Aggravation du relief, douleur ou démangeaisons progressives de la cicatrice — il peut s'agir d'une chéloïde qui s'installe ; cela nécessite un traitement associé (corticoïdes, laser).
  • Signes d'infection — rougeur expansive, chaleur, douleur pulsatile, fièvre, sécrétions purulentes.

N'utilisez pas de bande de silicone sur les muqueuses, les plaies ouvertes, les dermatoses actives (eczéma, psoriasis en activité) ou la peau infectée.

Cicatrizes por tipo de cirurgia

A mesma fita não serve igualmente bem para todas as regiões. Tensão, atrito e exposição solar mudam a escolha.

Cicatrizes de pele e áreas de risco

Localização:
Esterno, ombros, dorso, orelhas e áreas de exérese (nevos, câncer de pele, remoção de tatuagem).
Características:
Regiões classicamente associadas a cicatriz hipertrófica e queloide, com tensão alta e cicatrização lenta.
Recomendação:
Placa de silicone com pressão suave e acompanhamento próximo; associar tratamento médico se houver relevo progressivo.
Duração:
12 meses ou mais, com reavaliação periódica.
Complementos:
Fotoproteção rigorosa, massagem após liberação médica e avaliação precoce ao primeiro sinal de crescimento.

Cicatrizes de mama

Localização:
Sulco inframamário, periareolar ou vertical (mastopexia, aumento, redução, mastectomia).
Características:
Região de tensão variável, sujeita a suor e atrito do sutiã; a cicatriz vertical e o polo inferior concentram tração.
Recomendação:
Fita reforçada ou placa de silicone recortada no formato da incisão, aplicada sem esticar a pele.
Duração:
6 a 12 meses, conforme a tensão local e o histórico de cicatrização.
Complementos:
Sutiã pós-cirúrgico sem aro, fotoproteção no decote e hidratação diária.

Cicatrizes abdominais

Localização:
Horizontal baixa (abdominoplastia e cesárea), periumbilical e pequenas incisões de lipoaspiração.
Características:
Movimento constante do tronco, dobra cutânea, calor e umidade — a aderência do adesivo é o principal desafio.
Recomendação:
Fita reforçada de comprimento longo (30 cm ou mais), preferencialmente com membrana externa resistente ao suor.
Duração:
6 a 12 meses; cesárea costuma responder bem entre 3 e 6 meses.
Complementos:
Cinta de compressão conforme prescrição, hidratante neutro e fotoproteção quando a área for exposta.

Cicatrizes faciais e cervicais

Localização:
Pálpebras (blefaroplastia), pré-auricular (lifting), columela e base nasal (rinoplastia), pescoço.
Características:
Pele fina, mímica facial constante e exposição solar diária — o risco maior é hipercromia, não relevo.
Recomendação:
Fita fina/delicada ou gel de silicone de secagem rápida, que permita maquiagem e fotoproteção por cima.
Duração:
3 a 6 meses na maioria dos casos.
Complementos:
Protetor solar FPS 50+ reaplicado, evitar exposição direta e não tracionar a área.

Cronograma de recuperação pós-cirúrgica

Quando começar cada cuidado. Os prazos são orientativos — a liberação depende sempre do seu cirurgião.

  1. Semana 1–2

    Cicatrização inicial

    • Higiene com água e sabonete neutro, secando bem a região
    • Curativo exatamente conforme a orientação do cirurgião
    • Repouso relativo e controle da dor prescrito
    • Ainda não use fita ou placa de silicone
    • Não exponha a cicatriz ao sol
    • Não aplique cremes ou óleos por conta própria

    Produtos: Apenas o curativo indicado pela equipe médica.

    Frequência: Trocas conforme prescrição.

  2. Semana 3–4

    Ferida fechada

    • Com a ferida totalmente fechada e liberada, inicie o silicone
    • Use 12 a 24 horas por dia, sem esticar a pele
    • Aceite a vermelhidão inicial — faz parte do processo
    • Não aplique sobre crostas, pontos ou secreção
    • Não interrompa nos primeiros dias por impaciência

    Produtos: Fita básica ou reforçada, conforme a região.

    Frequência: Troca a cada 3–5 dias nas fitas descartáveis.

  3. Mês 2–3

    Cicatrização ativa

    • A cicatriz começa a clarear e amaciar
    • Considere migrar para fita reutilizável (menor custo por dia)
    • Inicie fotoproteção diária na área, mesmo sob a fita
    • Não abandone o uso só porque melhorou
    • Não bronzeie a região

    Produtos: Fita reutilizável + protetor solar FPS 50+.

    Frequência: Lavagem diária com sabão neutro e reaplicação.

  4. Mês 4–6

    Maturação

    • Mantenha o silicone enquanto houver relevo ou vermelhidão
    • Massagem suave, se liberada pelo cirurgião
    • Hidratação diária da pele ao redor
    • Não conclua que o resultado é definitivo antes de 12 meses

    Produtos: Fita reutilizável + hidratante + fotoproteção.

    Frequência: Conforme necessidade e conforto.

  5. Mês 6+

    Manutenção

    • Cicatriz madura: use silicone apenas se persistir relevo
    • Fotoproteção continuada — cicatriz escurece com sol por até 1 ano
    • Reavaliação médica se houver piora
    • Não inicie tratamentos agressivos sem avaliação

    Produtos: Protetor solar + hidratante.

    Frequência: Diária.

Coût réel par jour d'utilisation

Le prix seul est trompeur — ce qui compte, c'est le coût dilué sur la durée du traitement (3 à 6 mois). Une bande réutilisable de 3 m dure des mois ; une bande de base de 1,5 m dure des semaines.

ProfilPrix moyenDurée réelleCoût par jour
Bande basique 1,5 mR$ 403–4 semaines≈ R$ 1,50/jour
Bande renforcée 1,5 mR$ 80–904–6 semaines≈ R$ 1,80/jour
Bande réutilisable 3 mR$ 1563–4 mois≈ R$ 1,40/jour
Plaque Kelinul (feuilles)R$ 1554–8 semaines par feuille≈ R$ 2,50/jour

Pour les traitements longs (≥ 3 mois), le réutilisable est souvent moins cher que de changer de bande de base chaque semaine — et maintient une adhérence plus stable.

Par étape du traitement de la chéloïde

Prévention (pré-existante)Les patients ayant des antécédents de chéloïde ou de cicatrice hypertrophique doivent commencer le silicone dès que la chirurgie est cicatrisée, même sans signes visibles — la plaque est préférable en raison de la pression constante.
Chéloïde installéeLe silicone seul est souvent insuffisant. Associer l'infiltration de corticoïdes intralésionnels, le laser vasculaire et/ou la chirurgie avec radiothérapie — le silicone sert de maintien.
Après une chirurgie d'ablationAprès l'excision d'une chéloïde, le silicone (plaque + bande) est commencé tôt et utilisé pendant 6 à 12 mois, généralement combiné à des corticoïdes prophylactiques pendant les premières semaines.
Zones à risqueLe sternum, le deltoïde, l'oreille, la région mandibulaire et le trapèze présentent un risque accru de chéloïde — renforcer l'application de silicone et envisager un suivi dermatologique associé.

Cuidados complementares

O silicone é uma peça do tratamento. Estes cuidados aumentam a chance de uma cicatriz discreta.

Fotoproteção para cicatrizes

Por quê: A cicatriz jovem tem pouca defesa contra o UV; a exposição escurece a marca de forma prolongada.

O que procurar: FPS 50+, textura leve, reaplicado a cada 3 horas em exposição.

Quando: A partir da 3ª semana, inclusive por cima da fita.

Géis e cremes com silicone

Por quê: Hidratam, ocluem e reduzem coceira em áreas onde a fita não adere bem (face, dobras, áreas irregulares).

O que procurar: Gel de silicone de secagem rápida; alternativa à fita, não substituto do acompanhamento.

Quando: Após a ferida fechar, 2 vezes ao dia.

Roupas de compressão

Por quê: Reduzem edema e distribuem tensão sobre a incisão nas primeiras semanas.

O que procurar: Sutiã pós-cirúrgico (mama) ou cinta abdominal (abdome), no tamanho prescrito.

Quando: Conforme a prescrição do cirurgião, normalmente nas primeiras 4–6 semanas.

Nutrição e suplementação

Por quê: Cicatrização depende de aporte proteico e de micronutrientes; deficiências atrasam o processo.

O que procurar: Ajuste alimentar; suplementos apenas com indicação médica ou nutricional individual.

Quando: Desde o pré-operatório, quando indicado.

Guia completo de todas as fases: Recuperação pós-cirúrgica completa.

Sinais de alerta: quando procurar o cirurgião

Nenhum produto substitui avaliação médica. Diante destes sinais, entre em contato com a equipe que operou você.

Sinais de infecção

  • Vermelhidão que se expande além da borda da cicatriz
  • Calor local, febre ou mal-estar
  • Secreção purulenta
  • Dor progressiva, em vez de decrescente

Ação: Procure atendimento imediato.

Sinais de queloide

  • Cicatriz que cresce além dos limites da ferida original
  • Relevo que persiste ou aumenta após 6 meses
  • Coceira ou dor progressiva no trajeto da cicatriz

Ação: Procure avaliação em 1 a 2 semanas.

Sinais de aderência

  • Limitação de movimento (por exemplo, dificuldade para elevar o braço)
  • Sensação de repuxamento ou tensão anormal
  • Assimetria que piora com o tempo

Ação: Procure avaliação em 2 a 4 semanas.

Reação ao adesivo da fita

  • Coceira intensa sob a fita
  • Pequenas bolhas ou erupção no formato do adesivo
  • Vermelhidão que não desaparece 1 hora após a remoção

Ação: Suspenda o uso, troque de tipo/marca e reavalie com seu cirurgião.

Mitos e verdades sobre cicatrizes

As dúvidas que mais aparecem em consulta — e o que a prática clínica mostra.

Mito: A fita de silicone apaga a cicatriz.

Verdade: Ela reduz relevo, vermelhidão e coceira, e ajuda a cicatriz a maturar melhor — mas toda incisão deixa marca. O objetivo realista é uma cicatriz fina, clara e plana.

Mito: Quanto mais cara a fita, melhor o resultado.

Verdade: Preço não é sinônimo de eficácia. O fator que mais pesa é a constância: 12 ou mais horas por dia, por meses. Uma fita simples usada corretamente supera uma cara usada de forma irregular.

Mito: Posso aplicar logo após a cirurgia.

Verdade: Só depois do fechamento completo da ferida — em geral 2 a 4 semanas — e com liberação do cirurgião. Aplicar antes pode macerar a pele e atrasar a cicatrização.

Mito: Se não melhorar em uma semana, não funciona.

Verdade: As primeiras mudanças visíveis costumam aparecer entre 4 e 8 semanas. A maturação completa da cicatriz leva de 6 a 12 meses.

Mito: Com a fita, não preciso de protetor solar.

Verdade: A radiação UV atinge a pele mesmo com a fita e escurece a cicatriz. Fotoproteção diária é parte do tratamento, não um extra.

Mito: Cicatriz que coça é sinal de infecção.

Verdade: Coceira é comum na fase de cicatrização ativa, pela liberação de histamina e regeneração nervosa. Infecção envolve calor, vermelhidão em expansão, dor crescente e secreção.

Questions fréquentes

Une plaque de silicone réduit-elle vraiment une chéloïde ?

Les preuves (Mustoe 2002, Monstrey 2014) montrent que le silicone topique prolongé réduit le relief, les rougeurs et les symptômes — mais il élimine rarement une grosse chéloïde seul. C'est un traitement de première ligne et adjuvant, pas une guérison isolée.

Combien d'heures par jour faut-il porter la plaque ?

Idéalement 22 à 24 h/jour. Retirer uniquement pour l'hygiène quotidienne de la plaque et de la peau. Moins de 12 h/jour annule pratiquement l'effet.

Pendant combien de temps ?

Minimum 3 mois ; les chéloïdes établies nécessitent fréquemment 6 à 12 mois, et certains patients la maintiennent indéfiniment pour prévenir les récidives.

Plaque ou bande — quelle est la plus efficace pour les chéloïdes ?

La plaque est préférable pour une chéloïde installée : réutilisable, elle exerce une pression constante et permet une association avec des bandes compressives. La bande est plus discrète et pratique, mais avec moins d'effet compressif.

Puis-je opérer la chéloïde et ne pas utiliser de silicone ?

Ce n'est pas recommandé. La chirurgie seule a un taux de récidive très élevé (50 à 100 %). Combiner excision + corticoïdes + radiothérapie superficielle + silicone réduit considérablement le risque de récidive.

Comment nettoyer la plaque réutilisable ?

Laver à l'eau tiède et au savon doux, sans frotter ; sécher naturellement sur une gaze propre ; conserver dans un récipient fermé. Changer lorsqu'elle commence à perdre son adhérence (4 à 8 semaines).

La plaque de silicone peut-elle provoquer des allergies ?

C'est rare. Si des rougeurs ou des démangeaisons apparaissent, suspendre l'utilisation et tester une autre marque — le silicone pur est bien toléré ; le problème vient généralement de l'adhésif secondaire lorsqu'il est utilisé.

Une plaque de silicone seule résout-elle une chéloïde ?

Rarement. Dans les chéloïdes établies, la plaque fait partie du traitement et est généralement combinée à des corticoïdes intralésionnels, une compression et, dans certains cas, une chirurgie ou un laser — toujours sous surveillance médicale.

Plaque ou bande : quelle est la différence pratique pour la chéloïde ?

La plaque est plus épaisse, réutilisable et exerce une légère pression, ce qui est intéressant pour la chéloïde. La bande est plus discrète et pratique, mais avec moins d'effet compressif.

Pendant combien de temps dois-je utiliser la plaque ?

Les traitements de chéloïde s'étendent généralement sur 12 mois ou plus, avec des réévaluations périodiques pour ajuster la conduite.

Quelqu'un qui a déjà eu une chéloïde en aura-t-il une nouvelle lors d'une autre chirurgie ?

Le risque est plus élevé, notamment au niveau du sternum, des épaules, du dos et des oreilles. Informez le chirurgien avant l'intervention : il est possible de planifier la prévention dès le post-opératoire immédiat.

Une chéloïde d'oreille (après piercing) répond-elle à la plaque ?

Oui, surtout avec des plaques en forme de bouton ou de boucle d'oreille compressive, généralement après un traitement médical. L'adhésion à une utilisation prolongée est le facteur critique.

La plaque peut-elle aggraver les démangeaisons ?

Il peut y avoir des démangeaisons initiales dues à l'occlusion et à la chaleur. Si des cloques, une éruption cutanée en forme de plaque ou une rougeur persistante après le retrait apparaissent, suspendez l'utilisation et réévaluez.

Est-il possible de prévenir une chéloïde avant qu'elle n'apparaisse ?

Chez les patients à risque, commencer le silicone dès que la plaie est fermée, éviter la tension sur la cicatrice et la protéger du soleil réduit les risques d'évolution défavorable.

Dúvidas sobre a sua cicatriz?

Avaliação presencial em São Paulo com o Dr. Fernando Amato, cirurgião plástico (CRM-SP 133826).

Références cliniques

  1. Mustoe TA, Cooter RD, Gold MH, et al. International clinical recommendations on scar management. Plast Reconstr Surg. 2002;110(2):560-571.
  2. Monstrey S, Middelkoop E, Vranckx JJ, et al. Updated scar management practical guidelines: non-invasive and invasive measures. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2014;67(8):1017-1025.
  3. Gold MH, Berman B, Clementoni MT, et al. Updated international clinical recommendations on scar management: part 1 — evaluating the evidence. Dermatol Surg. 2014;40(8):817-824.
  4. Anvisa. Registro de produtos para saúde — silicone médico. Consulta pública Anvisa (vérifier la validité de l'enregistrement du fabricant avant l'achat).

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Responsable technique : Dr. Fernando Amato — Chirurgien Plasticien (CRM-SP), Membre de la SBCP, consultations à São Paulo. Le contenu est informatif et ne remplace pas une consultation médicale en personne.

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